[Banco Big, Sua Kay, Av. 24 de Julho, Lisboa, 2009]
*após Peter Brook
currently reading arquitectura do aborrecimento mortal*.
ou não tem tempo.
mas assim não faria, com certeza.
arquitectura disnyland, igual às imagens tão 'modernaças' que convocam a 'transparência' e 'modernidade' das instituições que as encomendam. mas deixemos a ideologia (e o programa) de lado, que o problema é disciplinar.
aquela cobertura entre o techno-afro e a 'boa vida' da arquitectura, aqueles revestimentos - só a palavra e o acto assustam - em películas de um metal reluzente e quase quase futurista, os vão(zinhos) muito apruma(dinhos) - horizontais(zinhos) - à la recicle bin corbusier.
enfim, tudo é plástico, postiço, artifícios de imagens - bidimensionais imagens. tudo tão previsível e sem surpresa. ao contrário do mundo.
j
Concordo. Evidentemente que a obrigatória manutenção da fachada (seria uma fachada a manter?) condicionou a solução geral, mas, mesmo assim, todas aquelas formas e materiais não combinam entre si; parecem meramente apensas ao "núcleo" do edifício. Artifícios de imagens, sem dúvida. Por mim, sou mais adepto de objectos arquitectónicos cuja imagética esteja ligada a uma lógica de inter-relação - entre os diversos componentes do edifício e na relação destes com o local onde se inserem (pois é diferente, apesar de tudo, construir na 24 de Julho ou fazê-lo em Miami).