A Cidade-Jardim e os dogmas da utopia do homem dócil sem vontades individuais, conscientes e inconscientes. A submissão ao planeamento eterno e infinito. A catalogação interminável de todos os bocados das cidades, das vidas, que divide e compartimenta radiosamente o tempo e o espaço em “caixinhas” [via Abrupto].
*Jane Jacobs